sexta-feira, 29 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Porque diabo ainda fazemos isso ?
O vídeo acima veiculado pelo Greenpeace mostra as últimas - e dolorosas - horas de um Tigre de Sumatra preso em uma armadilha que praticamente esfacelou sua pata dianteira. A entidade divulgou o vídeo com o intuito de ilustrar as consequências do desmatamento das florestas equatoriais - habitat do animal em extinção. Veterinários da Indonésia tentaram ajudar, mas não conseguiram reverter o quadro. O felino acabou morrendo três horas após receber tranquilizantes para minimizar seu sofrimento. O exemplar morto era um dos 300 ou 400 Tigres de Sumatra restantes no mundo.
Nascemos, evoluímos, crescemos, nos desenvolvemos, criamos culturas, povos, cidades, metrópoles e, por fim, nos tornamos a maior doença que este planeta já viu em todos os seus bilhões de anos.
Meu Deus, que tristeza, que vergonha de ser gente...
Nascemos, evoluímos, crescemos, nos desenvolvemos, criamos culturas, povos, cidades, metrópoles e, por fim, nos tornamos a maior doença que este planeta já viu em todos os seus bilhões de anos.
Meu Deus, que tristeza, que vergonha de ser gente...
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Adeus, Amy !
De repente todo mundo se interessava pelo que fazia a moça britânica, dona de um vozeirão de fazer tremer a base, porque as maluquices que ela aprontava vendiam jornais. E aos poucos, todos foram esquecendo da formidável cantora Amy e só prestavam atenção na incorrigível desajustada Amy. O que mais esperar de um mundo hipócrita e falso moralista como esse em que vivemos ?O voyeurismo doentio que habita a alma de milhões de criaturas medíocres e pueris que andam por aí, ávidas pelo próximo escândalo, pelo próximo porre, pelo próximo rompante de irracionalidade de suas vítimas urge em se alimentar e passa o tempo inteiro à espreita de uma nova presa. Amy encarou o monstro de frente e não teve medo de ofertar a própria vida em tributo à fera. Preferiu o sacrifício do que se dobrar à estigmas, rótulos ou convenções.
Não cabe a ninguém julgar se o que ela fazia - ou deixava de fazer - era certo ou errado. Era Amy. Do jeito dela, do jeito que ela entendia a vida. Podemos - e devemos sim - lamentar que alguém tão genuíno e genial tenha partido tão cedo e nos privado de compartilhar seu inegável talento. Criticar as escolhas que ela fez ou os caminhos que ela decidiu tomar é como latir copiosamente de dentro do conforto da casinha para esconder a inveja dos cães que ousam correr lá fora.
Adeus, Amy querida. Descanse em paz longe de toda essa virulência.
Sentiremos sua falta.
sábado, 23 de julho de 2011
Se a palavra for LENHADOR...
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Filme pra Macho
Dias desses parei em frente a TV em um raro momento de tranquilidade e comecei a zapear os canais a procura de um bom filme. Passei por vários e só achei filmes de vampiros adolescentes gays, de adolescentes retardados (e gays), de famílias felizes, dramalhões para mulheres, trashs dos anos 80 (os ruins, não os bons) e por aí vai. Um salsaredo de porcaria.Cheguei a conclusão de que está cada vez mais difícil de achar um filme pra homem na TV. Filmes como o primeiro Predador, os faroestes do Chaparral ou as porradarias do Chuck Norris, Steven Seagal e Jean Claude Van Damme. Nada. Homens tem essa necessidade. Eles precisam às vezes sentar em suas poltronas para assistir outros caras se arrebentando na porrada. É quase uma necessidade.
Por isso fui até minha coleção, catei o DVD do COMANDO PARA MATAR e fui me divertir vendo o Arnold Schwarzenneger com sua sensibilidade divinamente equina tapar todo mundo de bolacha, chacinar uma ilha inteira de bandidos e depois sair numa boa deixando só corpos para trás. Músculos, facas, rifles, balas e socos - muitos socos. Diversão pura. Coisa que não se faz mais.
Lógico que o cinema é uma arte e apreciar um bom filme, de enredo denso, também é um privilégio. Mas o cinema também é diversão e assim como as crianças se divertem vendo Toy Story os marmanjos desopilam assistindo Stallone e cia. Quanto mais violência, tiroteios e dentes voando melhor. Sem muita estorinha.
Ultimamente, temos assistido a algumas novas revelações nesta área como Tony Jaa, que veio suprir a falta que o eterno Bruce Lee faz e Jason Statham que personifica como ninguém o gênero do "tá olhando o quê, rapá ?". Excelente. E este ano nosso querido Sylvester Stallone (o imortal Rambo) nos presenteou com o clássico "The Expendables", que simplesmente juntou toda a turma da porrada, novos e velhos bastiões da violência, para o deleite de nós, machos, tão cansados de ter que aturar as babaquices de hoje em dia.
O mérito de Sly de juntar em um só filme toda a tropa casca grossa da nova geração com monstros sagrados da antiga, como Dolph Lundgreen, é indiscutível e aclamado pelos fãs do gênero. A fórmula é simples : Porrada, carros, mulheres, armas e mais porrada. E "The Expendables" é isso, e pronto. Quem não gosta, que vá assistir "Sex and The City". Não fosse a insistência de caras como Sly, estaríamos hoje completamente órfãos deste estilo de cinema, que tanto nos divertiu por décadas a fio e que agora tende a sumir de vez.
Hoje, enquanto navegava, descobri com alegria que já está sendo preparada a parte 2 do longa e que estão confirmadíssimas as presenças de Jean Claude Van Damme, maiores participações de Bruce Willys e de Schwarzenneger e, o melhor de tudo : A participação da maior LENDA de todos os tempos, o MESTRE, o IMBATÍVEL CHUCK NORRIS !!!
Sly sabe mesmo como tratar seus fãs.
Agora é esperar pra ver !
terça-feira, 19 de julho de 2011
A dor e a morte do último Moicano
Imaginem vocês a seguinte cena : Você se apronta para assistir a mais um dos ótimos episódios de sua série favorita, se acomoda bem no sofá e de repente... PUF ! No lugar do ator principal você dá de cara com um Zé Mijão qualquer que mal se encaixa no enredo da estória. Talvez esse seja, daqui pra frente, o sentimento da grande maioria dos fãs da (pode-se dizer finada) série Two and a Half Man levada ao ar aqui no Brasil pelo Warner Channel.Nadando bravamente em meio a um lamaçal de séries imbecis, previsíveis e medíocres o carismático anti-herói Charlie Harper vinha angariando fãs pelo mundo todo com seu jeito largado, beberrão e sarcástico genialmente interpretado pelo porra-louca mais famoso, e até o momento mais bem pago, da TV americana. O Charlie, personagem, mimetizava (ou vice-versa) o Charlie ator. E, para muitos, essa era a graça de toda a estória.
Constantemente envolvido em rolos por conta de abusos com álcool e drogas, Sheen protagonizou uma torturante novela ao mandar o diretor imbecil da série pro diabo que carregue, tentar elevar ainda mais o seu cachê por episódio e ofender o resto do elenco até ser demitido pelos gravatas da Warner. Na verdade a estória de que ele realmente tenha ofendido seus parceiros da série não ficou muito bem esclarecida, sendo negada inclusive pelos próprios atores.
A verdade é que Two and a Half sem Sheen é tão desastroso quanto House sem Hugh Laurie. Simplesmente não funciona. Ainda mais quando se fala em um substituto como Ashton Kutcher, notadamente um atorzinho mequetrefe de quinta categoria que está a anos-luz de ser Charlie Harper - ou de ser qualquer outra coisa. Mais revoltante ainda foi ler essa noticia aqui, onde se especula que o diretor da série planeja tirar o personagem de Sheen da série de uma forma tão ridícula quanto quixotesca.
Mas é assim que as coisas são hoje em dia. Tudo se faz e se pensa em nome do politicamente babaca e assim o mundo vai ficando cada vez mais nojento, morfético e sem graça. E talvez seja por isso que um bêbado promíscuo e milionário que mora na praia juntamente com um médico resmungão e mal-educado façam um sucesso tão estrondoso entre todos. Por que as pessoas simplesmente não suportam mais conviver com essa filosofia imbecilóide e querem desesperadamente voltar ao mundo real, ao genuíno.
House é genuinamente sarcástico e genial. Harper é genialmente bon-vivant e desregrado. Ambos são insubstituíveis porque ambos não se dobram a nenhum dogma, nem se deixam enquadrar em rótulos pré-definidos : o mocinho, o bandido, o bonzinho, o mauzinho e etc. São verdadeiros, fiéis aos seus princípios sejam eles quais forem. E isso, na terra dos "iguais", incomoda sempre muita gente.
Dizem as más línguas que House não passará da próxima temporada. Harper, um dos últimos bastiões do humor escraxo, deliciosamente sujo e desbocado já sucumbiu frente à ditadura do babaquismo. Nossos heróis estão sim morrendo de overdose...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Essa grama maldita...
Não gosto muito de escrever sobre futebol por aqui, até porque é um assunto que de uns tempos para cá tem me irritado demais. Não pelo esporte em si, ainda tenho gosto em assistir a um bom jogo, mas sim pelo que acontece no entorno da coisa, principalmente aqui no Brasil. A gente sabe que o mundo da bola sempre foi e sempre será muito maior do que a centesimal fração do que vemos em campo. Sabemos, temos consciência dos mecanismos que atuam para manter essa imensa engrenagem rodando.No entanto aqui na nossa terra conseguimos a proeza de transformar o futebol em um imenso CIRCO. Como, hoje em dia, os picadeiros se proliferam por quase todas as áreas deste país, era de se esperar que isso acontecesse também com o futebol. Os grandes times lutam por NOMES ao invés de TALENTOS. Investem na IMAGEM da INDIVIDUALIZAÇÃO ao invés de incentivar a idéia de união, de grupo, de time. Perdem o foco constantemente indo à público para propagar anúncios quixotescos de contratações fantasiosas só para aparecer mais que os outros. Trocam os comandantes ao bel prazer de "craques" semi-adolescentes arrogantes. E por aí vai.
Os clubes viraram balcões de negócios, encubadoras onde se preparam atletas para jogar lá fora. E pior ainda, criam e alimentam esta cultura, a de que jogador que quiser ser levado à sério tem de se mandar daqui, numa atitude tacanha e incoerente, atentando contra o próprio patrimônio. Enquanto isso tudo gira, a mídia, um dos maiores incentivadores do "espetáculo" se apressa em coroar cabeças cada vez mais jovens, dando-lhes status de Reis, Imperadores e Deuses que tudo podem e tudo tem, na ânsia de preencher lacunas que nunca mais poderão ser preenchidas.
E aos jovens monarcas dá-se também, de quebra, todo o peso de uma responsabilidade absurda e desproporcional. Afinal, quando as coisas não dão certo as pessoas apontam sempre para aquele que supostamente teria a "divindade" necessária para resolver tudo. E ninguém se lembra que existe uma equipe, infelizmente, montada não como um aparelho tático, mas sim como um elenco de apoio que está lá apenas para servir de escada para a Estrela mor. Se mesmo assim ela não brilhar, paciência, constrói-se outra imediatamente.
O resultado final só podia mesmo ser esse que estamos vendo agora : Um grupo patético, sem noção alguma de coletividade, sem nenhum espírito de competitividade e com corações e mentes voltados apenas para uma coisa, o sucesso pessoal. Uma caricatura de time que, mesmo com tantas e visíveis necessidades, ainda tem a coragem de tentar se sustentar em um passado de glórias quase longíncuo e de sair de campo botando a culpa na... grama ! A mesma grama onde pisava o adversário que nos derrotou e que - ora vejam só - não reclamou de absolutamente nada.
Não somos mais os melhores.
Precisamos reaprender a ser.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Coisas do dia
Lembram do rapaz dessa foto ? Postei ela aqui há uns dias atrás. Nela, Cristiano Verola, de 28 anos chora a morte da sua égua de estimação, a Estrela, vitimada por um acidente de carro. A carroça que ela puxava fora abalroada por trás por um automóvel. Estrela teve de ser sacrificada e Cristiano, inconsolável, chorava abraçado à companheira de mais de 10 anos. Mais triste ainda foi ler nas notícias de hoje que neste domingo o próprio Cristiano faleceu, vítima de um acidente de moto. Que mundo estranho e maluco esse nosso...
Triste também foi saber que a fábrica de brinquedos ESTRELA, que já foi uma das maiores fábricas de brinquedo do país e que tanto participou de nossa infância está em sérias dificuldades. As mudanças trazidas pela geração "made in china", playstations e afins praticamente derrubou a veterana que hoje luta bravamente para se manter no mercado.Só em dívidas tributárias, a ESTRELA contabiliza pouco de mais de R$ 70 milhões. A Empresa reduziu o quadro de funcionários e terceirizou a produção fazendo o que quase todo mundo já fez : Apelando para a mão-de-obra chinesa. Sabemos que o mundo muda muito depressa e que talvez a ESTRELA não tenha tido a percepção necessária para mudar junto, mas confesso que torço muito para que eles se recuperem. E assim acredito que todos que um dia já brincaram em um Ferrorama ou num Autorama também torcem.
Ontem, ao sair do supermercado, tomei normalmente o caminho de casa como sempre faço. Ao chegar próximo à rotatória que dá acesso a minha rua escuto um ronco assustador, que parecia vindo de dentro da jaula de um tigre de bengala. Segundos depois, a maravilha da foto aí acima passa por mim, desfilando beleza, potência e a arrogância que só mesmo um monstro de 500 HP pode ter. Absoluto.E pensar que, aqui no Brasil, pagamos mais de meio milhão de reais por um GT 500. Em sua terra natal, o bólido pouco ultrapassa a barreira dos US$ 50 mil. Meu Deus, como somos ricos...
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Com vocês, a Vovó BEL
AVISO : Tem palavrão no vídeo.
Mas assista, você vai se engasgar de tanto rir !!!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
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