Cientistas armaram diversas câmeras especiais dentro de um casa tida como mal assombrada. Após alguns dias, obtiveram esse impressionante e assustador vídeo de uma das entidades que perambulava pelo local.
Impressionante !
Cientistas armaram diversas câmeras especiais dentro de um casa tida como mal assombrada. Após alguns dias, obtiveram esse impressionante e assustador vídeo de uma das entidades que perambulava pelo local.
Impressionante !
UM CHEFE DE DEPARTAMENTO, BEM CHATO, ACHANDO QUE SEUS SUBORDINADOS NÃO ESTAVAM MAIS RESPEITANDO SUA LIDERANÇA, RESOLVEU COLOCAR A SEGUINTE PLACA NA PORTA DE SEU ESCRITÓRIO LOGO QUE CHEGOU PELA MANHÃ:




Conheci hoje o trabalho desse cara, Nicholas Gurewitch. Ele é sensacional. Me permiti copiar algumas das tirinhas dele para cá para que vocês tenham uma idéia do que é a mente dessa criatura. São tiradas extremamente inteligentes, sagazes e por vezes, ferinas. Vale MUITO a pena dar um pulo no site do cara.
Este senhor aí da foto chama-se Richard Dawkins. O senhor Dawkins é famoso por expor, sem frescuras, suas idéias sobre religião. Idéias estas que, particularmente, combinam em gênero, número e grau com as minhas. Ao contrário do que vocês possam pensar, Dawkins não é um mero ateu, um cético, um anarquista tentando abalar as estruturas para aparecer. Ele é, sim, um estudioso, um homem de ciência que assim como eu não suporta ver fanáticos ignorantes tentando puxar a humanidade de volta à era das trevas, plantando o "vírus da fé" na cabeça de inocentes suscetíveis ao lixo que lhes é apresentado como a verdade absoluta.Polêmico o tema, não ?
E você, o que acha ?
A luta em prol da punição à crueldade contra os animais não pode parar. Estes nomes aí abaixo são de políticos que - na falta de coisa melhor para fazer - corroboram esta apologia ao banditismo lançando idéias de "projetos" que atentam contra a integridade física dos bichos. Vamos trazer estes nomes ás claras, divulgar e fazer com que TODO MUNDO lembre destas criaturas na hora de votar :
Ficamos 2 dias com um BUG no blogger que fazia a janela do browser simplesmente fechar. Hoje parece que tudo voltou ao normal, em compensação nossa visitação caiu ferozmente (droga!).
Este cartun aí do post ilustra perfeitamente bem uma das mais terríveis facetas da gigantesca inversão de valores que vivemos nos dias de hoje em quase todos os segmentos da nossa sociedade. Convido você, amigo leitor, a fazer comigo um pequeno exercício de memória. Você se encontra na casa dos 3o anos ? Se sim, force um pouco sua mente, retorne à época em que você era estudante e tente relembrar de pelo menos UM caso de algum colega ou aluno do seu colégio que tenha desrespeitado/agredido um professor e tenha ficado impune.
Confesso que mesmo adorando assistir animações (sou fã de carteirinha da Pixar), fui assistir o "BOLT o Supercão" não esperando grandes coisas. Imaginei que o filme seria apenas um "relax" de 1 hora e meia e nada mais. O fato é que eu estava errado e isso foi muito bom. O desenho é bonitinho, tem uma estória bem simplinha mas é muito - muuuito - cativante. Isso sem mencionar, obviamente, a qualidade assombrosa da computação gráfica da Disney. Não é à toa que os caras resolveram comprar a Pixar. Aliás, em Bolt, a Disney usou da Pixar muito mais do que apenas a qualidade técnica.
A história fala de um cão que vira estrela de um seriado de TV de sucesso. O problema é que o pobrezinho acredita que é tudo verdade, que sua dona (Penny) corre um constante e intenso perigo e que precisa estar sempre alerta para protegê-la. E é assim que os produtores da emissora querem que tudo permaneça, para que Bolt continue a agir convincentemente nas telas, fazendo assim, a audiência subir.

Junte 5 amigos que não tem absolutamente NADA em comum, que tenham menos carisma do que uma planta ornamental e também Q.I.s menores do que o de um babuíno. Agora coloque todos eles em uma ilha habitada por bicharocos feiosos e canibais. Qual o resultado ? Se você respondeu "Um trashzão", pode-se dizer que acertou em parte. Isso porque até mesmo trash movies têm de ser bem feitos para pelo menos fazer o expectador rir até se esborrachar. Mas o problema é o que o diretor de "A TRIBO (The Forgotten Ones)" além de conseguir estragar simplesmente tudo o que tentou inventar nesta bomba ainda por cima LEVOU TUDO A SÉRIO.
Tudo começa quando estas 5 insuportáveis criaturinhas vão fazer um passeio de barco juntas, com destino a um resort paradisíaco onde outro infeliz os espera para uma festinha de aniversário. Mas como todos são uns estúpidos imbecis, conseguem a proeza de arrebentar o barco em um recife (barco esse equipado com um GPS que ninguém a bordo sabia usar) e ir parar numa ilha que - obviamente e convenientemente - não está em nenhum mapa do planeta.
Desde o início do filme a gente já sabe que vai morrer todo mundo mesmo. A questão que fica então é "quem é que vai sobrar vivo nesta droga?". E é o que sobra pra ficar se perguntando até que finalmente a "estória" desvenda o sortudo heróico que vai apanhar mais do que boi na roça, terminar o filme em frangalhos mas vai fugir com vida. Até ISSO consegue ser ruim. Aliás, antes mesmo que os monstrengos comecem a fazer suas vítimas a gente já está lá, inconscientemente, torcendo para que matem todos de uma vez e o filme acabe - tudo isso enquanto você se lamenta internamente por ter alugado este lixo.
Desnecessário tecer mais comentários sobre o lixo. Vamos agora para o lixinho :
Liam Neeson é um cara normal, meio paradão, que tem uma próspera empresa de software e que é casado com uma badalada estilista especializada em criar sapatos (Laura Linney). Não consigo imaginar profissão mais útil... Pois bem, tudo vai bem no reino da Dinamarca até que de repente, do nada, ela chega e pergunta "Meu bem, você já pensou em usar um chapéu de vaca ?". Incomodado com aquela pergunta escrota, o Liam desconversa e troca de assunto, fazendo aquela cara de "eu hein ? puta papo estranho...".
Mais tarde, para o desespero do maridão, ele descobre que ela não estava brincando e que realmente tem outro cara na jogada. Enquanto fuçava fotos digitais no notebook da esposa, ele descobre que tem mais alguém brincando no parquinho dele. Aliás, esse é um dos momentos mais constrangedores do filme. Mesmo a esposa tendo deixado um papel com a senha para acessar a tal pasta, Liam perde vááááários minutos bancando o pateta tentando descobrir como entrar lá. Quando ele consegue, dá de cara com o Antonio Banderas pelado, dando aquela "chinelada na cachorra". E é aí que efetivamente começa a trama do longa "O AMANTE (The Other Man)".
A reação que todos esperam que ele tenha é aquela do corno típico : ficar macho, querer dar porrada em todo mundo, botar fogo no circo e depois cair de tanto beber. Surpreendentemente ele não faz nada disso. Depois de ter um comedido ataque de raiva (quase como um inglês que perdeu a hora do chá), Liam parte em busca do tal amante. E, ao invés de tentar rachar a cara do Banderas, ele resolve estudar o cara, aprender sobre seus hábitos, tornado-se até AMIGO do sujeito. É quase um exercício de masturbação mental. No fundo, ele quer cobrir o cara de bolacha mas algo dentro dele faz com que se manifeste uma curiosidade quase mórbida em relação ao tipo ardiloso espertalhão. "O que ela viu nele, afinal ?" - Pensa Liam. E assim o filme segue nessa punheta pedregosa até naufragar definitivamente em um fim ridículo e sem sentido.
Esse filme enquadra-se na categoria "lixinho" porque ainda tem algumas boas sacadas e, ao contrário da bomba tenebrosa que foi "A TRIBO", o elenco é competente e corretíssimo - mesmo sendo incrivelmente sub-aproveitado. Você ter Liam Nesson, Antonio Banderas e Laura Linney no mesmo time e desperdiçá-los realmente é bem triste.
E agora, com vocês, o incontestável LIXÃO :
Nicole Kidman conseguiu de novo. Mais uma vez ela estrela a maior e mais badalada idiotice cinematográfica do ano. Para falar a verdade, "AUSTRALIA" é tão ruim quanto os outros dois filmes comentados aqui. Ele só se enquadrou como LIXÃO porque tem a pretensão de ser GRANDIOSO. Logo, como o filme é um lixo total então torna-se naturalmente um lixão. O diretor é Baz Luhrmann, a mesma gazela saltitante amiguinho da Nicole que dirigiu o ridículo e insuportável "Moulin Rouge". Por incrível que possa parecer, alguém deve ter dito para ele que o filme foi magnífico e que a fómula foi genial. Logo, usando toda a potência dos seus 2 neurônios gays, Baz resolveu fazer tudo igual no "AUSTRALIA".
Tem horas que os atores parecem que vão sair dançando e cantando que nem nos filmes do Dean Martin (Me perdoe Dean, não quis ofender). A tentativa de usar a paisagem do Outback australiano como pano de fundo da "trama" usando grandes planos abertos de câmera soa como uma alternativa desesperada de tentar fazer o público se interessar pelo longa. Ora bolas, para isso é que existe o Discovery Channel ! Bons filmes se sustentam com enredo, não com cenários. A inserção do elemento "Cultura Aborígene" se faz nos moldes "Gloria Perez". É como se ambos - Baz e Glória - tivessem estudado no mesmo cursinho supletivo de direção. Tudo é superficial, piegas, ridículo e insuportavelmente chato.
A estória consegue ser mais rasa do que a piscina do Nelson Ned. Depois que o (ex)marido de Kidman - uma fresca aristocrata inglesa - compra uma fazenda enfiada no coração do deserto australiano que só dá prejuízo, ela resolve tomar a frente da situação, viajar até lá, vender a birosca e tentar recuperar parte dos pilas que o maridão perdeu. Chegando lá, ela descobre que tem um cara muuuuito mau roubando todo o gado da fazenda dela. Logo, ela precisa desesperadamente de alguém rústico, cabeludo, musculoso, truculento, desbocado, suado e mal-educado que a ajude na tarefa de transportar o gado que resta para vender na cidade mais próxima. Aí entra o Hugh Jackman na parada.
Responda rápido : Temos uma fina dama da sociedade inglesa cheia de não-me-toques envolvida com um brucutu australiano que corta as unhas com facão. O que será que vai acontecer ? Pensando bem, nem precisa responder. As intermináveis cenas em câmera lenta do Hugh Jackman tomando banho de balde, andando à cavalo e bancando o casca-grossa aliadas à terrível falta de ferro que sofre a personagem de Kidman já dizem tudo. E daí em diante são quase 3 horas dessa bobajada.
As interpretações são, no mínimo, quixotescas. Nicole Kidman - magra feito um pavio - tentando fazer caretas e trejeitos de donzela horrorizada com a aspereza do brutamontes sugismundo é simplesmente constrangedora. Lembra muito a Magda do "Sai de Baixo" - só que sem o talento da Marisa Orth. Hugh Jackman deve ter ficado rouco e com câimbra na cara de tanto gritar e fazer careta. Tudo para dizer "Ei, olhem prá mim ! Eu sou um troglodita sem modos que mora aqui no cú do mundo ! Eu como cascavéis no almoço porque sou MACHO, entenderam ??". O menino aborígene saltita pela tela incontrolavelmente como se estivesse num palco (deve ser parente do Baz). Os demais se resumem a servir de escada para o "casal" e agem como se estivessem em um musical barato (talvez estivessem mesmo...).
Enfim, meus amigos,
Aluguem por sua conta e risco ;)
Talvez não exista ninguém neste mundo que goste de telemarketing - a não ser quem trabalha com isso. Sempre é a mesma coisa : As criaturas ligam e ficam enchendo o saco no telefone até que você OU compre o raio do produto deles OU mande todos à merda dispense-os. Todo mundo - ou quase todo mundo - opta pela segunda opção. Tom Mabe, o cara do vídeo em questão, também optou por este caminho. No entanto, ao invés de apelar para gritos e impropérios, Tom usou um método muito mais peculiar e extremamente mais engraçado.
Sério, quase chorei de tanto rir...
Vi no BUTECO e não resisti em trazer prá cá.
Resisti o quanto pude tentando não assistir ao filme "Marley e Eu". É mais fácil fugir do livro e muito mais difícil de fugir do filme. Meus amigos - pois assim eu os considero - posso com carinho dar o seguinte conselho á vocês : Quem tiver cachorro, não assista. Não assista, vá ver qualquer outra coisa, mas não veja esse filme. Neste exato instante fazem uns 38 minutos que acabei de assistir e ainda não consegui parar de chorar. Talvez um dia encontrem palavras ou qualquer outra coisa neste mundo que explique o que sentimos por estes anjinhos de quatro patas. Não importa. Sejam elas quais forem nunca serão o bastante.
Quem visita normalmente o "Mundo Mágico" vai notar que as "Verdades sobre o Chuck Norris" que ficavam ali na barrinha do lado perderam a graça e acabaram dando lugar para um lance mais cool. Trata-se do CALENDÁRIO HUMANO ( The Human Calendar ). 
Sensacional !
Sugiro à vocês irem no YouTube e assistirem
os episódios anteriores também.
Talvez alguém aí que esteja lendo este post possa vir a discordar de mim, mas achei o IE 8 MUITO RUIM. Cheio de bugs, lento demais, trava o tempo todo e em alguns casos simplesmente pendura, aborta a execução e fecha sozinho. Tanto no XP SP3 quanto no Vista o comportamento foi o mesmo. Lamentável liberarem um software desse jeito, cheio de bugs. E mais ainda, com botão de "compatibilidade" e tudo, fato este que, atesta de vez a incapacidade dos desenvolvedores de conceber uma ferramenta com novos recursos sem que ela simplesmente deixe de rodar todos os antigos.É oficial ! Estou perdidamente apaixonado. Já escolhi meu novo computador !
Esperei pacientemente por 2 semanas para conseguir alugar o filme "O Dia Em Que a Terra Parou (The Day The Earth Stood Still - 2008)". Esperava bastante do remake que veio com uma publicidade enorme e que prometia bastante. E a decepção foi tanta que depois de assistí-lo veio aquela sensação incômoda de que o filme mal valeu o preço da locação. O longa é enfadonho, cansativo, monótono e não passa de uma simples repaginada do clássico dos anos 50.